Usucapião Extrajudicial: Procedimento em Cartório e Requisitos
A usucapião extrajudicial permite regularizar a propriedade de imóvel diretamente em cartório, sem necessidade de processo judicial.
O Direito Civil rege as relações cotidianas entre pessoas e organiza temas que tocam a vida de todos, como contratos, família, propriedade, obrigações e a reparação de danos. É nesse campo que se discutem questões como a validade de um acordo, a partilha de bens, os direitos de quem vive em união estável e o dever de indenizar quem sofreu um prejuízo, seja material ou moral.
As dúvidas mais comuns envolvem saber quando há direito a uma indenização, como funciona a responsabilidade por danos causados a terceiros, quais são os efeitos jurídicos das relações familiares e o que se pode exigir quando um contrato é descumprido. Diante de um conflito concreto, de prazos a observar ou de valores em jogo, é prudente buscar orientação jurídica antes de tomar decisões, a fim de preservar direitos e evitar perdas.
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A usucapião extrajudicial permite regularizar a propriedade de imóvel diretamente em cartório, sem necessidade de processo judicial.

O direito real de laje permite que a construção erguida sobre o teto ou sob o solo de um imóvel alheio ganhe matrícula e registro próprios, transformando lajes e sobrados informais em unidades autônomas com valor patrimonial e segurança jurídica.

A retificação de área permite corrigir divergências entre a metragem real do imóvel e a constante na matrícula do cartório de registro.

Saiba o que é responsabilidade civil, quando surge o dever de indenizar e como calcular o valor da indenização.

A convenção de condomínio é o documento que disciplina a vida coletiva em edifícios e conjuntos residenciais, fixando direitos, deveres e sanções para todos os

A presença de cães, gatos e outros animais de estimação em condomínios é fonte recorrente de atrito entre moradores, e a dúvida sobre o que o regulamento interno pode ou não impor reaparece a cada conflito de vizinhança. A regra geral, hoje consolidada pelos tribunais, é clara: o condomínio não pode proibir de forma absoluta a permanência de animais nas unidades, mas pode disciplinar a convivência e exigir do tutor uma postura responsável.

As infiltrações e os vazamentos que escorrem de um apartamento para o vizinho de baixo, ou para a parede contígua, estão entre as disputas mais frequentes da vida em condomínio. Definir quem arca com o conserto e com a reparação dos estragos depende de prova técnica, da origem exata da umidade e da fronteira entre o que pertence à unidade privativa e o que integra a área comum.

A matrícula é a identidade jurídica do imóvel, e mantê-la atualizada no Cartório de Registro de Imóveis evita que o proprietário descubra, no pior momento, que não pode vender, financiar ou oferecer o bem em garantia. Averbar uma construção, registrar a partilha de uma herança, retificar a área medida ou formalizar um desmembramento são atos que sincronizam a realidade do imóvel com o que consta na certidão, e a omissão deles cobra um preço alto quando o negócio depende de pressa.

Eventos extraordinários e imprevisíveis que tornam uma prestação excessivamente onerosa podem autorizar a revisão judicial do contrato ou, em situações extremas, a sua resolução, desde que preenchidos requisitos cumulativos consolidados pela jurisprudência.

A meação e a herança são direitos distintos do cônjuge sobrevivente: a meação é a metade do patrimônio comum, enquanto a herança é participação nos bens do falecido.

A desconsideração inversa da personalidade jurídica permite que o patrimônio da empresa responda por dívidas pessoais do sócio que esvazia o próprio patrimônio e esconde bens na sociedade para frustrar credores ou a partilha no divórcio.

Descubra como o planejamento sucessório protege seu patrimônio e garante direitos previdenciários. Estratégias jurídicas práticas para sua família.

A fiança é garantia pessoal em que o fiador assume a obrigação de pagar a dívida se o devedor principal não o fizer, podendo pedir exoneração em certas situações.

A guarda compartilhada é a regra no Brasil, mas gera dúvidas sobre rotina, decisões conjuntas e convivência. Entenda como funciona.

O despejo é a via judicial pela qual o locador retoma o imóvel alugado quando o contrato é rompido por falta de pagamento, término do prazo ou descumprimento de cláusulas. A Lei do Inquilinato (Lei 8.245/1991) define as hipóteses cabíveis, o rito da ação, a possibilidade de o inquilino quitar a dívida e evitar a saída, além dos prazos de desocupação que protegem ambas as partes.
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