Direito ao esquecimento na internet: até onde ele realmente vai
A vontade de apagar do passado uma notícia constrangedora, um processo antigo ou uma reportagem desatualizada esbarra em um dilema jurídico delicado, que opõe a privacidade do indivíduo à liberdade de informação e à memória coletiva. No Brasil, o tema ganhou contornos próprios depois que o Supremo Tribunal Federal rejeitou a tese genérica do direito ao esquecimento, sem, contudo, deixar o cidadão desamparado diante de conteúdos lesivos que se perpetuam na internet.














