Revogação da Lei da Alienação Parental: Resposta Simplista?
A Lei da Alienação Parental (12.318/2010) enfrenta propostas de revogação no Congresso, gerando debate entre especialistas sobre a proteção de crianças em disputas familiares.
O Direito de Família reúne as normas que regem as relações pessoais e patrimoniais entre quem convive em família. Abrange temas como casamento, união estável, divórcio, regime de bens, partilha, guarda dos filhos, pensão alimentícia, reconhecimento de paternidade, herança e inventário. São situações que afetam diretamente o cotidiano, o patrimônio e o futuro de cada integrante do núcleo familiar.
As dúvidas mais comuns envolvem como dividir os bens na separação, quem deve pagar pensão e em qual valor, como funciona a guarda dos filhos e quais os prazos e custos de um inventário. Por se tratar de matéria sensível e cheia de particularidades, a orientação jurídica é recomendável sempre que houver conflito, dúvida sobre direitos ou necessidade de formalizar acordos com segurança. Buscar esclarecimento antes de decidir ajuda a evitar prejuízos e a preservar relações.
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Divórcio Consensual: Passo a Passo Completo em 2026
Pensão Alimentícia: Quem Paga, Quanto e Até Quando
Herança e Inventário: Prazos, Custos e Documentação
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A Lei da Alienação Parental (12.318/2010) enfrenta propostas de revogação no Congresso, gerando debate entre especialistas sobre a proteção de crianças em disputas familiares.

A Lei 12.318/2010 tipifica a alienação parental e autoriza o juiz a aplicar medidas que vão da advertência à inversão da guarda. A norma exige prova técnica, perícia multidisciplinar e cautela para distinguir a manipulação do afastamento legítimo motivado por risco real à criança. O que a Lei 12.318/2010 considera alienação parental A alienação parental…

Sim. O companheiro ou companheira em união estável é considerado dependente de primeira classe do segurado falecido, com os mesmos direitos do cônjuge.

Filho Adotivo e Enteado: Direito à Pensão por Morte INSS 2026 A pensão por morte do INSS beneficiou cerca de 8,3 milhões de pessoas em 2025, segundo dados do Boletim Estatístico da Previdência Social (BEPS, 2025).

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O companheiro em união estável tem direito à pensão por morte, mas precisa comprovar a convivência e dependência ao INSS com documentos.

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A meação e a herança são direitos distintos do cônjuge sobrevivente: a meação é a metade do patrimônio comum, enquanto a herança é participação nos bens do falecido.

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