Guarda Compartilhada: Direitos e Deveres dos Pais
A guarda compartilhada tornou-se regra no ordenamento jurídico brasileiro desde 2014 e estabelece que ambos os pais participem das decisões relevantes sobre a
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A guarda compartilhada tornou-se regra no ordenamento jurídico brasileiro desde 2014 e estabelece que ambos os pais participem das decisões relevantes sobre a

A multiparentalidade permite mais de dois vínculos parentais simultâneos. Entenda o conceito, a decisão do STF e os efeitos jurídicos para o filho.

O Supremo Tribunal Federal reconheceu, em 2020, que o ITBI não incide sobre a integralização de bens imóveis ao capital social das empresas, sepultando uma cobrança que há décadas onerava operações societárias legítimas e devolvendo ao contribuinte a imunidade prevista expressamente no texto constitucional.

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais avança na adoção de ferramentas algorítmicas para auxiliar no julgamento de processos tributários, movimento que suscita debates sobre transparência, qualidade da curadoria de dados e os limites da autonomia decisória dos conselheiros.

A prisão preventiva decretada para resguardar a instrução criminal só se sustenta quando o juiz aponta fatos concretos de risco à prova ou às testemunhas. A motivação genérica abre caminho à concessão de habeas corpus e ao reconhecimento do excesso de prazo.

A pensão por morte assegura renda mensal aos dependentes do segurado falecido perante o Regime Geral de Previdência Social, mas a habilitação ao benefício exige enquadramento nas classes previstas na Lei 8.213/1991 e, no caso do companheiro em união estável, a apresentação de conjunto documental que demonstre a convivência pública, contínua e duradoura.

O Marco Civil da Internet condiciona a responsabilidade civil dos provedores de aplicação por conteúdo de usuários ao descumprimento de ordem judicial de remoção, regime que o Supremo Tribunal Federal revisou em 2023 e que reacendeu o debate sobre os limites da moderação on-line.

Quando um dos cônjuges ou companheiros morre, o sobrevivente costuma temer perder o teto sobre a cabeça para os demais herdeiros. A lei brasileira, porém, assegura a quem ficou o direito de continuar morando no imóvel onde o casal vivia, ainda que esse bem pertença, em parte, aos filhos ou a outros sucessores. Esse instituto tem nome próprio, requisitos definidos e limites que merecem ser compreendidos por quem atravessa o luto e, ao mesmo tempo, enfrenta a partilha.

O Supremo Tribunal Federal validou a regra da Reforma da Previdência que afastou o caráter integral da aposentadoria por incapacidade permanente, mantendo o pagamento de 100% da média apenas quando a incapacidade decorre de acidente de trabalho ou doença profissional.

A responsabilidade pessoal do administrador de sociedade deixou de ser exceção rara para se tornar questão central da gestão empresarial brasileira. Diligência, lealdade e informação formam o tripé de deveres que separa o gestor protegido daquele que responde com o próprio patrimônio pelos prejuízos causados à empresa, aos sócios e a terceiros.

O abandono afetivo ocorre quando o genitor se omite no dever de cuidado com o filho. A jurisprudência reconhece o direito a indenização por dano moral.

O benefício por incapacidade temporária garante ao segurado do Regime Geral de Previdência Social uma renda substitutiva quando a doença ou o acidente o impossibilita de trabalhar por mais de quinze dias consecutivos. A concessão exige o preenchimento simultâneo de três condições: a qualidade de segurado, o cumprimento do período de carência e a comprovação da incapacidade perante a perícia médica federal.

O caso do imatinibe é um exemplo emblemático das falhas nas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) no Brasil. Essas parcerias, que visam promover a transferência de tecnologia e a capacitação de instituições nacionais, muitas vezes acabam por benefi

O devido processo legal é mais do que uma regra técnica: é a garantia fundamental que impede o Estado de punir, cobrar ou retirar direitos sem antes respeitar procedimentos justos. Sem ele, não há Estado Democrático de Direito.

Quem causa um dano nem sempre responde pela mesma razão. Em alguns casos, a vítima precisa provar que houve culpa de quem agiu. Em outros, basta demonstrar o prejuízo e o nexo com a atividade do responsável. Essa distinção entre responsabilidade subjetiva e objetiva define quem ganha ou perde milhares de disputas envolvendo cidadãos, consumidores e empresas todos os anos.
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